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A trajetória de Kaíco @heykaico na música é marcada pelo encontro entre técnica

@heykaico

A trajetória de Kaíco @heykaico na música é marcada pelo encontro entre técnica

A trajetória de Kaíco @heykaico na música é marcada pelo encontro entre técnica, interpretação e emoção, uma combinação que hoje o coloca como um dos nomes mais interessantes quando o assunto é vocal ao vivo na cena eletrônica. “Meu contato com a arte começou muito cedo. Desde criança eu já dizia que queria ser cantor”, conta. Criado em um ambiente musical, seu pai trabalhava na Som Livre, Kaíco encontrou no teatro musical a base de sua formação artística, unindo música, atuação e performance.

Formado em canto em 2012, ele construiu uma carreira sólida ao longo de mais de uma década. “Participei de reality shows, integrei um projeto pop que chegou ao 3º lugar no iTunes Brasil e teve destaque na Billboard, além de entrar para o elenco do revival brasileiro de RENT”, relembra. Essa bagagem diversa influencia diretamente sua atuação atual dentro do tribal house.

Um marco recente foi a interpretação de Alone, em parceria com Erik Vilar, na celebração dos 20 anos da música. “Eu publiquei um cover de Alone sem nenhuma pretensão. O Erik viu, me chamou, e tudo aconteceu no momento certo”, diz. O projeto ganhou ainda mais peso com o reconhecimento de Maya Simantov, compositora e intérprete original da faixa. “Recebi muitos relatos de pessoas emocionadas. Esse trabalho mudou meu 2025 e desbloqueou um novo momento da minha carreira no tribal.”

Kaíco não ignora os desafios de ser cantor na cena. “É extremamente desafiador. A dinâmica da pista é pensada majoritariamente para DJs, e encaixar performances ao vivo exige estrutura e sensibilidade”, afirma. Sobre a inteligência artificial, ele é direto: “Vejo a IA como uma ferramenta inevitável, mas não como substituta da sensibilidade e da troca real com o público.”

Ao falar de idioma, ele reforça a identidade brasileira. “O Brasil criou uma linguagem própria dentro do tribal house. Temos força para valorizar o português e misturar línguas sem perder impacto.” Para 2026, o foco é expandir. “Quero levar meu show para novos lugares e continuar construindo um repertório que emocione e funcione na pista, com consistência e verdade.”

Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.

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