Desde a primeira edição, há dois anos, a Studio40 @studio40festa adotou um movimento raro
@studio40festa
Desde a primeira edição, há dois anos, a Studio40 @studio40festa adotou um movimento raro na cena: ouvir de verdade. Após cada festa, os produtores Marcus Andrade e Ranylton Santos enviam avaliações anônimas para o público, sem filtro. O que poderia ser apenas protocolo virou estratégia central de gestão. Sem padrinhos ou fórmulas prontas, a dupla construiu a marca a partir do que sentia falta na pista e descobriu que esse sentimento era coletivo.
O resultado aparece na prática. A cada edição, ajustes finos elevam a experiência. Nos comentários públicos, o padrão se repete: qualidade de entrega. Open bar com bebidas premium, atendimento ágil e humano, e um diferencial decisivo, segurança. Na última edição, zero furtos de celular. Em Goiânia, cerca de 40% do público veio de outros estados e países, sinal claro de expansão.
A escuta ativa também orienta decisões estratégicas. Para o Pride em São Paulo, a escolha do espaço prioriza conforto térmico e proteção contra clima, uma demanda recorrente. O camarote foi redesenhado para ficar integrado à pista, ampliando a experiência. Os preços seguem outra diretriz do público: justiça, inclusive para quem não opta pelo open bar.
Na música, a resposta é ainda mais evidente. Diante de gostos diversos, a Studio 40 aposta em duas pistas com identidades distintas. De um lado, sonoridade progressive house e circuit. Do outro, percussão brasileira contemporânea, mais intensa. Soma-se a isso uma curadoria de DJs exclusivos, produtores das próprias faixas, com lançamentos inéditos criados para a festa.
Em um cenário frequentemente criticado por repetição, a Studio 40 faz o oposto. Escuta, interpreta e executa. E transforma opinião em experiência memorável.
Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.
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