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Na cena tribal house, o Rio de Janeiro atrai multidões no Réveillon porque sedia

Na cena tribal house, o Rio de Janeiro atrai multidões no Réveillon porque sedia

Na cena tribal house, o Rio de Janeiro atrai multidões no Réveillon porque sedia as maiores festas na semana de virada de ano.

Dentre os selos que se estabelecem na capital carioca para o Réveillon, estão a Festa Guapo, a Festa Black, o Festival Carioca, que incluiu uma edição no icônico Museu do Amanhã, e o Festival Wish, além de dezenas de selos e afters menores, que tornam a agenda de festas na cidade quase impossível de acompanhar.

Mas, em 2026, existe um movimento de descentralização das festas na cena tribal house para o Réveillon, visando principalmente o público que, por motivos diversos, não se desloca para o Rio de Janeiro.

No Centro-Oeste do país, o maior expoente dessa descentralização vem de um dos selos mais relevantes da cena, a Festa da Lili, que neste ano anunciou sua programação em Brasília, altamente competitiva em quesitos estruturais de serviços e line-up artístico.

Já no Sul, em Balneário Camboriú, uma das maiores agências está reunindo seus DJs de tribal house em um grande festival de 2 a 4 de janeiro, denominado Summer WKND, com presença de DJs internacionais no line-up.

Ainda no Sudeste, São Paulo também promete duas grandes celebrações com queima de fogos e line-ups competitivos com os do Rio de Janeiro. Uma das festas ocorrerá na High Club, e a outra, em sua concorrente, Komplexo Tempo.

Com tantas grandes festas acontecendo pelo país, o Rio de Janeiro vai esvaziar no Réveillon dos gays tribalistas? Provável que não, mas o impacto poderá ser sentido nas maiores produções.

Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.

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