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Nas festas de tribal house, onde som, luz e emoção se encontram, Marcelo Pizi transformou

Nas festas de tribal house, onde som, luz e emoção se encontram, Marcelo Pizi transformou

Nas festas de tribal house, onde som, luz e emoção se encontram, Marcelo Pizi transformou o corpo em linguagem e o ar em palco. Artista circense, dançarino e performer aéreo, ele construiu uma trajetória singular dentro da cena eletrônica brasileira, criando performances que vão além do entretenimento e se tornam experiências memoráveis.

Ao falar dos desafios de atuar nesse meio, Pizi é direto: “Para um artista do meu ramo, se destacar e criar uma identidade própria, através de memórias afetivas, e se consagrar por tantos anos por meio da arte foi realmente desafiador.” Segundo ele, a paixão pela cena eletrônica foi o motor para buscar algo que ainda não existia. “Deixar de ser apenas um artista que fazia parte de um todo e criar sua própria performance com originalidade” foi uma escolha consciente e determinante.

Essa entrega se reflete nas pistas. Desde 2013, Marcelo marcou presença em grandes festas do tribal house, integrando todas as edições da Toys e eventos históricos como aniversários da The Week. Em 2017, passou a se destacar em performances aéreas com guindastes durante o Carnaval e o Réveillon da The Original Pool Party e da Revolution, no Rio de Janeiro. Ele também assinou apresentações em selos e eventos como Festa da Lili, H&H, San Island, Micareta Salvador/São Paulo, Raro e Bubu Lounge.

Entre tantas vivências, uma memória se destaca: “A visão do público dentro da piscina jogando água durante minha performance, ao pôr do sol, com uma vista ampla de todo o parque lá do alto, foi, com certeza, um presente inesquecível.”

Ao olhar para o início da carreira, o conselho que daria a si mesmo resume sua postura artística: “Seja exigente! Sua arte tem valor, e apenas você conhece o valor real dela. Não aceite menos.”

Para quem quer conhecer mais sobre o artista: Marcelo Pizi iniciou sua trajetória aos 8 anos na arte circense em Campo Mourão (PR). Aos 15, entrou para um grupo profissional e passou a encarar o circo como profissão. Mudou-se para Curitiba em 2009, integrou a Companhia de Dança Masculina Jair Moraes e, em 2016, chegou a São Paulo, onde reside até hoje, consolidando uma carreira que une circo, dança, e a energia única da cena tribal house.

Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.

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