CIRCUITO TRIBAL HOUSE
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Para o DJ Féllix @fellixdj , a música nunca foi apenas trilha sonora, sempre foi extensão da própria vida

@fellixdj

Para o DJ Féllix @fellixdj , a música nunca foi apenas trilha sonora, sempre foi extensão da própria vida

Para o DJ Féllix @fellixdj , a música nunca foi apenas trilha sonora, sempre foi extensão da própria vida. “A música sempre foi uma extensão da minha vida. Estudar música sempre foi algo muito presente desde os primeiros instrumentos musicais quando criança até hoje, cursando música em uma das maiores instituições de arte da América Latina”, conta.

Antes mesmo de assumir a cabine, ele já conhecia a dinâmica da pista por outro lugar: o palco. “Antes mesmo de entender o que era ser DJ, eu já entendia o que era pista. Ser bailarino na cena moldou completamente minha leitura musical.” Essa vivência deu a ele uma percepção diferente sobre energia, construção e entrega. “Quando subi no palco pela primeira vez como DJ, eu já conhecia aquele lugar por dentro.” Hoje, são quase dois anos oficialmente como DJ e seis anos atuando na cena.

Sua curadoria nasce da emoção e da memória afetiva. “Eu bebo muito da pista, da cultura pop, gosto de músicas antigas com vocais marcantes e momentos cinematográficos.” Féllix enxerga o set como uma história. “Penso o set quase como uma narrativa, onde cada música tem um papel importante.” Ele cita referências importantes na sua formação, como Maycon Reis, e reforça que sua inspiração vem da capacidade de ressignificar emoções dentro do tribal house.

Sobre os desafios da cena, ele é direto: “O maior desafio hoje é se posicionar como artista e não apenas como alguém que toca músicas.” Para ele, técnica já não é diferencial suficiente. “Construir identidade, presença e conceito leva tempo, constância e estratégia.”

Olhando para frente, Féllix promete intensidade. “2026 pra mim é um ano de projeção máxima. Estou trabalhando em produções próprias e parcerias com nomes fortes da cena.” Ele adianta que vem uma fase “muito forte, muito bem pensada e com uma identidade ainda mais marcante.”

Na pista, Féllix não quer apenas tocar, quer contar histórias que o público sinta no corpo e na memória.

Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.

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