Tem pista que entra na agenda. Outras entram na história
@djallannatal
Tem pista que entra na agenda. Outras entram na história. Para Allan Natal @djallannatal a Festa da Lili @festadalili está no segundo grupo.
O produtor e DJ tocou pela primeira vez na festa em 2009. De lá para cá, já passou por mais de dez edições e, desde 2019, mantém presença consecutiva no evento. Em 2026, são oito anos seguidos dividindo a pista com um público que acompanhou diferentes fases da sua carreira.
“É um público que conhece a minha história e que, de alguma forma, também faz parte dela. Depois de tantos anos, voltar para aquela pista é quase como reencontrar velhos amigos”, diz Allan.
Essa relação ajuda a explicar por que uma apresentação na Lili não funciona, para ele, como apenas mais uma data no calendário. A festa atravessou momentos de mudança na sua música, na construção da sua identidade e na forma como ele se apresenta como artista.
“A Festa da Lili me viu crescer, experimentar, evoluir e construir minha identidade como DJ e artista. Cada vez que volto para aquele palco, existe um sentimento enorme de gratidão e de pertencimento.”
Do outro lado da cabine, essa história também pesa. Allan descreve a pista como um lugar onde a troca acontece sem muito esforço ou distância entre artista e público.
“Eu entrego música, emoção e energia, e recebo tudo isso de volta multiplicado.”
Depois de mais de uma década de encontros, tocar na Festa da Lili virou uma espécie de volta para casa. Não para repetir o que já aconteceu, mas para descobrir o que ainda pode acontecer.
“Tocar na Lili é revisitar a minha história, celebrar tudo o que construí até aqui e continuar escrevendo novos capítulos.”
Publicado originalmente no Instagram da Circuito Tribal House.
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